Que bom já é Natal!
Aquele cheiro a filhoses, rabanadas, bacalhau com batatas a molhar em azeite e as malditas das couves, o leite com chocolate, ir ao madeiro com o gorro de Pai Natal, conseguir arranjar um lugar no sofá, mas essencialmente adoro o cheiro às luzes de Natal.
E por ser Natal resolvi deixar-vos com uma prenda, muitos podem dizer mas que rica prenda, e outros até já a podem ter visto mas como são só 20 segundos é uma prenda que não magoa nem aleija, embora não tenha uma utilidade como têm as meias brancas com símbolo das raquetes.
Não se trata dum trailer a um filme, mas sim uma publicidade que passou de 10 a 15 de Dezembro na RTP1 e RTP2 e contou com a minha presença! A publicidade é ao Queijo Serra da Estrela de quem vou gostando mais ou menos.
Como a prenda já está dada, já posso voltar para a cozinha empanturrar-me de alegria, boa disposição, aquele sabor de todos estarmos juntos, o falar mal deste e daquele mas acima de tudo comer com aquele brilhozinho nos olhos e sempre com aquele sorriso que de amarelo tem pouco.
Bom Natal e faço o apelo a todos que no primeiro dia de aulas virmos com as meias brancas com raquetes para mostrarmos que Natal é quando nós quisermos...
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
sábado, 13 de dezembro de 2008
The Women
É verdade deixei-me seduzir pelo título. The women. As mulheres. Raios parta as mulheres!!! Dão-nos a volta à cabeça, fazem-nos sofrer, fazem-nos lutar por elas e depois acabam por nos dar com os pés embora nós até que gostamos pois se assim não fosse onde é que estava a piada no meio disto tudo?!?!
Difícil tarefa esta a de as compreender, de por vezes as perceber, mas é isso mesmo que as faz únicas como todas as mulheres o conseguem ser.
Mas não gostei do filme, demasiado óbvio, demasiado feminino, demasiado sem acção, demasiado cheio de diálogos, demasiado cheio de conversas chatas, demasiado cheio de mulheres, demasiado cheio de demasiados…
Foi o primeiro filme que vi onde desde o primeiro até ao último minuto não se vê um único Ser Masculino, pois só mesmo no ultimo suspiro do filme se vê nascer um bebé que dizem ser Homem.
Ao ver o filme não aprendi nada, já sabia que quando as mulheres querem muito uma coisa que vão à luta e ai de quem se meta entre elas e o seu pote dourado, o seu objectivo, aprendi que têm um grande espírito de sacrifício aliada a uma grande capacidade de sofrimento e rapidamente passam de um estado espírito que vai da euforia á depressão…
Não querendo ser machista mas no filme falta a presença do Homem pois Homem e Mulher no mundo do cinema e no mundo real complementam-se ás mil maravilhas e na minha opinião um filme sem eles nunca mas mesmo nunca será um bom filme.
Por vezes é bom deixarmo-nos seduzir, mas outras vezes acaba por correr um bocadinho mal…
Ah e deixei-me dormir a meio do filme!!
Difícil tarefa esta a de as compreender, de por vezes as perceber, mas é isso mesmo que as faz únicas como todas as mulheres o conseguem ser.
Mas não gostei do filme, demasiado óbvio, demasiado feminino, demasiado sem acção, demasiado cheio de diálogos, demasiado cheio de conversas chatas, demasiado cheio de mulheres, demasiado cheio de demasiados…
Foi o primeiro filme que vi onde desde o primeiro até ao último minuto não se vê um único Ser Masculino, pois só mesmo no ultimo suspiro do filme se vê nascer um bebé que dizem ser Homem.
Ao ver o filme não aprendi nada, já sabia que quando as mulheres querem muito uma coisa que vão à luta e ai de quem se meta entre elas e o seu pote dourado, o seu objectivo, aprendi que têm um grande espírito de sacrifício aliada a uma grande capacidade de sofrimento e rapidamente passam de um estado espírito que vai da euforia á depressão…
Não querendo ser machista mas no filme falta a presença do Homem pois Homem e Mulher no mundo do cinema e no mundo real complementam-se ás mil maravilhas e na minha opinião um filme sem eles nunca mas mesmo nunca será um bom filme.
Por vezes é bom deixarmo-nos seduzir, mas outras vezes acaba por correr um bocadinho mal…
Ah e deixei-me dormir a meio do filme!!
sábado, 29 de novembro de 2008
Hancock
Sono, muito sono. Acabei de ver o filme e só uma coisa vi ou melhor só senti sono, muito sono. Mas o filme nem era mau de todo...
Acordar com dois garotos de 50 e tal anos, ás 9 da manha, aos pulos pela casa, a puxarem as persianas, nunca é um bom despertar! Vejo a minha cidade coberta de um manto de neve, uma neve que há muito eu não via, uma neve diferente das outras neves, talvez mais branca...
Agora que despertei já me lembro que o filme falava do Destino. O mesmo Destino que juntou os dois garotos de 50 e tal anos que me acordaram, o mesmo Destino que juntou muitos garotos por esse mundo coberto de uma neve diferente desta, talvez mais branca...
Talvez o mesmo Destino que faz separar os heróis...
Hancock é um desses heróis, um verdadeiro herói, ele voa como o Super-Homem mas não tem uma vida dupla como ele, ele é forte como o Homem-Aranha mas não é amado pelas pessoas comuns, ele não tem ninguém, então ele bebe álcool, ele bebe muito álcool... Até que entra em jogo algo que os Deuses chamam de Destino, aparece alguém que o quer ajudar, alguém que vê nele um herói, alguém que vê nele um Super-Herói... E os Deuses sempre a brincar ao Destino!!!
E eu brinco com os garotos de 50 e tal anos, não é todos os dias que os Deuses se esquecem de brincar ao Destino. Há que aproveitar...
P.S. Obrigado aos Deuses por me mandarem a neve e os dois garotos de 50 e tal anos pois sem eles não sei como descalçava a bota para escrever este texto.
Acordar com dois garotos de 50 e tal anos, ás 9 da manha, aos pulos pela casa, a puxarem as persianas, nunca é um bom despertar! Vejo a minha cidade coberta de um manto de neve, uma neve que há muito eu não via, uma neve diferente das outras neves, talvez mais branca...
Agora que despertei já me lembro que o filme falava do Destino. O mesmo Destino que juntou os dois garotos de 50 e tal anos que me acordaram, o mesmo Destino que juntou muitos garotos por esse mundo coberto de uma neve diferente desta, talvez mais branca...
Talvez o mesmo Destino que faz separar os heróis...
Hancock é um desses heróis, um verdadeiro herói, ele voa como o Super-Homem mas não tem uma vida dupla como ele, ele é forte como o Homem-Aranha mas não é amado pelas pessoas comuns, ele não tem ninguém, então ele bebe álcool, ele bebe muito álcool... Até que entra em jogo algo que os Deuses chamam de Destino, aparece alguém que o quer ajudar, alguém que vê nele um herói, alguém que vê nele um Super-Herói... E os Deuses sempre a brincar ao Destino!!!
E eu brinco com os garotos de 50 e tal anos, não é todos os dias que os Deuses se esquecem de brincar ao Destino. Há que aproveitar...
P.S. Obrigado aos Deuses por me mandarem a neve e os dois garotos de 50 e tal anos pois sem eles não sei como descalçava a bota para escrever este texto.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
21
O professor que me desculpe mas não vou estudar Estatística, não vou pensar em probabilidades, não vou calcular médias, não vou fazer somatórios que mais parecem E´s maiúsculos, não vou fazer nada disso...
Sueca, Lerpa, Bisca do 7, Burro em pé, Olho, Poker, tudo serve para tirar os olhos cansados em números e fórmulas estranhas com poder para fazer doer a cabeça!
E porque não ver um filme sobre cartas?! Que tal sobre o BlackJack? Sobre o 21?!
Assim o pensei, assim o fiz...
Já tinha lido o livro, já tinha imaginado as pessoas, já tinha imaginado as suas reacções, já tinha imaginado o cenário, já tinha imaginado tudo. E ao ver o filme tudo desapareceu…
Conheci a história mas não conheci o filme! Gostei da história mas não gostei do filme!
E não é que tinha a ver com Estatística, e não é que tinha que ver ainda mais com probabilidades.
Castigo?! Talvez...
Para os mais distraídos, aqui fica a regra numero 1 das probabilidades: conta sempre com a alteração da variável!
E não é que a Estatística me persegue...
Sueca, Lerpa, Bisca do 7, Burro em pé, Olho, Poker, tudo serve para tirar os olhos cansados em números e fórmulas estranhas com poder para fazer doer a cabeça!
E porque não ver um filme sobre cartas?! Que tal sobre o BlackJack? Sobre o 21?!
Assim o pensei, assim o fiz...
Já tinha lido o livro, já tinha imaginado as pessoas, já tinha imaginado as suas reacções, já tinha imaginado o cenário, já tinha imaginado tudo. E ao ver o filme tudo desapareceu…
Conheci a história mas não conheci o filme! Gostei da história mas não gostei do filme!
E não é que tinha a ver com Estatística, e não é que tinha que ver ainda mais com probabilidades.
Castigo?! Talvez...
Para os mais distraídos, aqui fica a regra numero 1 das probabilidades: conta sempre com a alteração da variável!
E não é que a Estatística me persegue...
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Letters from Iwo Jima
Está frio lá fora…
A chuva cai copiosamente e o melhor mesmo é ver um bom filme!
Procuro, procuro, procuro e não encontro nenhum que me chame a atenção, algum que me prenda pelo nome, algum que só pelo título me deixe com água na boca.
Clint Eastwood! Cartas de Iwo Jima!
É mesmo este o filme ideal, é mesmo este o filme que hoje vou ver, hoje ele vai ser o “The One”.
E está frio lá fora…
Vi uma morte pela sombra, um esguicho de sangue a atravessar a parede, vi pessoas iguais a mim a morrer porque acreditavam num ideal, vi pessoas a lutar pela sua honra, vi pessoas a morrer...
“O que será preferível morrer aqui ou continuar a lutar?”
“ Encontramo-nos do outro lado, se não for nesta terra, será no outro mundo!”
É revoltante, é enervante, é injusto, é inglório, é a guerra, não há vencedores nem vencidos, não há homens bons nem homens maus, simplesmente não há nada, é a guerra!
Um último cigarro, um último olhar para a fotografia, uma última lágrima, uma última carta e um último suspiro…
A guerra ainda não acabou.
E está mesmo frio lá fora...
A chuva cai copiosamente e o melhor mesmo é ver um bom filme!
Procuro, procuro, procuro e não encontro nenhum que me chame a atenção, algum que me prenda pelo nome, algum que só pelo título me deixe com água na boca.
Clint Eastwood! Cartas de Iwo Jima!
É mesmo este o filme ideal, é mesmo este o filme que hoje vou ver, hoje ele vai ser o “The One”.
E está frio lá fora…
Vi uma morte pela sombra, um esguicho de sangue a atravessar a parede, vi pessoas iguais a mim a morrer porque acreditavam num ideal, vi pessoas a lutar pela sua honra, vi pessoas a morrer...
“O que será preferível morrer aqui ou continuar a lutar?”
“ Encontramo-nos do outro lado, se não for nesta terra, será no outro mundo!”
É revoltante, é enervante, é injusto, é inglório, é a guerra, não há vencedores nem vencidos, não há homens bons nem homens maus, simplesmente não há nada, é a guerra!
Um último cigarro, um último olhar para a fotografia, uma última lágrima, uma última carta e um último suspiro…
A guerra ainda não acabou.
E está mesmo frio lá fora...
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
P. S. I love you
Detestei o filme!
Comédia romântica?! Era impossível gostar!
A história é sempre a mesma…conhecem-se, apaixonam-se, juram o eterno amor, depois acabam por se chatear, mais tarde fazem as pazes e vivem felizes para sempre! É por isso que as histórias que começam por “era uma vez” a mim deixam-me com uma dor no estômago e fazem-me comer gelado de baunilha como se o amanhã não mais existisse...
Essas histórias têm sempre um final feliz, o lobo mau nunca come o Capuchinho Vermelho nem a Branca de Neve foge com um dos anões.
Conclusão: estas histórias são demasiado previsíveis.
Afinal não detestei o filme, afinal acabei por gostar do filme, afinal gosto de comédias românticas e afinal talvez acredite no amor. P.S. I love you é um filme diferente!
É melado no bom sentido da palavra, tem músicas que parecem cantadas por um irlandês bêbado, tem uma história e uma mensagem de arrepiar a mais dura e insensível pessoa portanto o filme parece o ideal para se ver com a mais-que-tudo” ao lado (a minha mais-que-tudo é uma taça de gelado de baunilha).
E eu a dizer que detestei o filme…
Aqui fica o trailler.
Comédia romântica?! Era impossível gostar!
A história é sempre a mesma…conhecem-se, apaixonam-se, juram o eterno amor, depois acabam por se chatear, mais tarde fazem as pazes e vivem felizes para sempre! É por isso que as histórias que começam por “era uma vez” a mim deixam-me com uma dor no estômago e fazem-me comer gelado de baunilha como se o amanhã não mais existisse...
Essas histórias têm sempre um final feliz, o lobo mau nunca come o Capuchinho Vermelho nem a Branca de Neve foge com um dos anões.
Conclusão: estas histórias são demasiado previsíveis.
Afinal não detestei o filme, afinal acabei por gostar do filme, afinal gosto de comédias românticas e afinal talvez acredite no amor. P.S. I love you é um filme diferente!
É melado no bom sentido da palavra, tem músicas que parecem cantadas por um irlandês bêbado, tem uma história e uma mensagem de arrepiar a mais dura e insensível pessoa portanto o filme parece o ideal para se ver com a mais-que-tudo” ao lado (a minha mais-que-tudo é uma taça de gelado de baunilha).
E eu a dizer que detestei o filme…
Aqui fica o trailler.
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Requiem for a dream
Forte…
Forte como comer um bom cozido à Portuguesa ás duas da manhã, frio como caminhar na neve de pés descalços, arrepiante como trincar um bom bocado de gelo acabado de sair do congelador, sem sabor como sabem as pastilhas sem açúcar mas real como um bom filme sabe ser…
Requiem for a dream consegue ser isto tudo!
Uma história real e apaixonante onde as pessoas são conduzidas a vários tipos de vícios, onde sem dúvida o mais marcante e mais duro é o da droga. Por vezes, de tão forte e intenso, apetece virar a cara, apetece virar a cabeça, apetece dizer que aquilo não é possível, apetece dizer que aquilo não passa de um filme, apetece dizer que aquilo não é verdade, apetece mandar meio mundo á merda, mas, por muito que custe, o filme retrata o que acontece em muitas famílias por este pequeno grande Mundo.
Talvez o fugir à realidade não seja assim tão bom…
Aqui deixo o trailler;
Forte como comer um bom cozido à Portuguesa ás duas da manhã, frio como caminhar na neve de pés descalços, arrepiante como trincar um bom bocado de gelo acabado de sair do congelador, sem sabor como sabem as pastilhas sem açúcar mas real como um bom filme sabe ser…
Requiem for a dream consegue ser isto tudo!
Uma história real e apaixonante onde as pessoas são conduzidas a vários tipos de vícios, onde sem dúvida o mais marcante e mais duro é o da droga. Por vezes, de tão forte e intenso, apetece virar a cara, apetece virar a cabeça, apetece dizer que aquilo não é possível, apetece dizer que aquilo não passa de um filme, apetece dizer que aquilo não é verdade, apetece mandar meio mundo á merda, mas, por muito que custe, o filme retrata o que acontece em muitas famílias por este pequeno grande Mundo.
Talvez o fugir à realidade não seja assim tão bom…
Aqui deixo o trailler;
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Into the Wild
Suspiro...
O filme acabou, o filme por fim acabou. Um arrepio atravessa a minha torta e frágil coluna. Por breves instantes não pensei em nada, por breves instantes, não me senti, por breves instantes desliguei-me do Mundo! Desde o inicio do filme que senti uma química, já para não falar na constante troca de olhares que me prendeu á televisão até ao último instante. Não criei o blogue para contar os filmes, mas sim para dizer os filmes que por vezes me tocam. É claro que cada um tem sua maneira de ver os filmes, de apreciar os filmes, de reflectir sobre os filmes e até de se deixar tocar por algum... a mim Into the wild acabou por conseguir...
Into the wild, conseguiu juntar tudo num só filme, boa história, imagens espectaculares, capazes de nos fazer sonhar, musica que se ouve e se sente e uma boa equipa de actores. Um bom filme para ver e rever uma e outra vez...
Aqui deixo o trailer e uma das músicas do filme que pertence ao Eddie Vedder (Pearl Jam).
O filme acabou, o filme por fim acabou. Um arrepio atravessa a minha torta e frágil coluna. Por breves instantes não pensei em nada, por breves instantes, não me senti, por breves instantes desliguei-me do Mundo! Desde o inicio do filme que senti uma química, já para não falar na constante troca de olhares que me prendeu á televisão até ao último instante. Não criei o blogue para contar os filmes, mas sim para dizer os filmes que por vezes me tocam. É claro que cada um tem sua maneira de ver os filmes, de apreciar os filmes, de reflectir sobre os filmes e até de se deixar tocar por algum... a mim Into the wild acabou por conseguir...
Into the wild, conseguiu juntar tudo num só filme, boa história, imagens espectaculares, capazes de nos fazer sonhar, musica que se ouve e se sente e uma boa equipa de actores. Um bom filme para ver e rever uma e outra vez...
Aqui deixo o trailer e uma das músicas do filme que pertence ao Eddie Vedder (Pearl Jam).
segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Todos nós gostamos de ver filmes…
Sozinhos, a dois, com a família, com os amigos, no cinema, na televisão, no computador, o que é certo é que todos nós gostamos de ver filmes...
Um bom filme, visto na altura certa, é capaz de fazer as pessoas reflectir, tomar uma decisão que talvez, sem esse pequeno empurrão não a abraçassem... por isso, ainda bem que todos nós gostamos de ver filmes...
Sozinhos, a dois, com a família, com os amigos, no cinema, na televisão, no computador, o que é certo é que todos nós gostamos de ver filmes...
Um bom filme, visto na altura certa, é capaz de fazer as pessoas reflectir, tomar uma decisão que talvez, sem esse pequeno empurrão não a abraçassem... por isso, ainda bem que todos nós gostamos de ver filmes...
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